João Marcos Adede y Castro

JOÃO MARCOS ADEDE Y CASTRO é graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, sendo Mestre em Integração Latino Americana, pela mesma Universidade.

 

É doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade del Museo Social Argentino, e doutorando em Direito Civil pela Universidade de Buenos Aires, ambas de Buenos Aires.  

 

Foi Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul por quase 30  anos, tendo exercido as atribuições de Promotor de Justiça Especializada de Defesa Comunitária, com atuação preponderante nas áreas de defesa do meio ambiente, interesses sociais e coletivos e improbidade administrativa. É Professor Universitário.

 

 É membro e  foi Presidente da Academia Santa-Mariense de Letras, ocupando a cadeira número 16, cujo patrono é o escritor e jurista  Darcy Azambuja. É advogado em Santa Maria, RS.

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ANO NOVO

02.01.2018

ANO NOVO

 

Como prometido, escrevo o primeiro texto do Ano Novo, abrindo o arquivo de Crônicas 2018.

Alguns dizem que o ano de 2017 foi péssimo, em razão dos inúmeros escândalos políticos, com prisões de várias figuras nacionais por acusação de corrupção.

Nesse aspecto, não resta dúvida que foi um desastre, mas é certo que a nossa vida não se resume às estripulias dessa importante parcela da população que teima em não prestar, com as suas exceções.

Assim como eu, milhões de brasileiros teimaram em não abaixar a cabeça e abriram o peito com coragem para enfrentar as adversidades pessoais e profissionais e venceram.

Posso estar enganado, mas acho que 2017 foi um ano de transição para uma recuperação econômica e social, de forma que 2018 será melhor, mesmo que não seja um fenômeno.

Isso não significa que tenhamos de nos limitar a trabalhar, o que já fazemos, mas importa que estamos dando de dez a zero na classe política, mostrando a ela que é com vergonha na cara e muita dedicação que se cresce, e não com maracutaias e espertezas.

Vamos vencer em 2018, criar e educar nossos filhos e netos, aumentar nossos negócios, ser felizes, apesar dos Governos que, apesar de fazer a felicidade das pessoas sua única função, está devendo, e muito.

Quando os Governos se derem conta que estão se tornando supérfluos e, pior, prejudiciais aos interesses da sociedade que os criou e os mantêm, talvez seja tarde demais.

Como diz Chico Buarque, Governo, “apesar de você, amanhã há de ser, novo dia”. Ou os Governos se mancam e passam a representar de fato os interesses públicos, ou 2018 será um desastre para eles, porque nós, sociedade, não desistimos, porque somos maior que eles.

Eu não bato panelas, desistam!

Eu escrevo, lê quem quer, acredita quem tem fé no poder das palavras.

Feliz 2018 para nós, sociedade.  

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© 2017 por João Marcos Adede y Castro

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