João Marcos Adede y Castro

JOÃO MARCOS ADEDE Y CASTRO é graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, sendo Mestre em Integração Latino Americana, pela mesma Universidade.

 

É doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade del Museo Social Argentino, e doutorando em Direito Civil pela Universidade de Buenos Aires, ambas de Buenos Aires.  

 

Foi Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul por quase 30  anos, tendo exercido as atribuições de Promotor de Justiça Especializada de Defesa Comunitária, com atuação preponderante nas áreas de defesa do meio ambiente, interesses sociais e coletivos e improbidade administrativa. É Professor Universitário.

 

 É membro e  foi Presidente da Academia Santa-Mariense de Letras, ocupando a cadeira número 16, cujo patrono é o escritor e jurista  Darcy Azambuja. É advogado em Santa Maria, RS.

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GUIA DO BOM CANDIDATO

16.01.2018

 

 

Como sonhar não paga imposto, eu me permito acreditar que possa surgir, para as eleições desse ano, um bom candidato.

Frente ao lamaçal de corrupção noticiado, envolvendo praticamente todos os nomes possíveis, advogamos pessoas novas, sendo aceitável mesmo aqueles que não tenham experiência política, ou melhor, bom mesmo é que sejam neófitos nessa arte de governar, bastando ser honesto.

Assim, arrisco algumas qualidades de um bom candidato:

  1. Ser honesto, pessoal, social e politicamente;

  2. Estar honestamente interessado no bem comum, e não no bem pessoal;

  3. Estar honestamente interessado em mais ouvir do quem em falar, de forma a saber qual é o interesse real do eleitor;

  4. Não precisa ser novo em idade, mas em pensar o país de forma honesta;  

  5. Não precisa ser, necessariamente, experiente em administração pública, mas estar honestamente interessado em reconstruir o país;

  6. Não ter interesse em reeleição, honestamente;

  7. Estar honestamente interessado em dedicar seu tempo ao interesse público;

  8. Conhecer, profundamente e honestamente, a situação econômica do país;

  9. Manifestar, honestamente, desprezo pela política de ódio;

  10. Manifestar, honestamente, desprezo pela política de divisão entre “eles” e “nós”, compreendendo que somos todos uma só nação;

  11. Respeitar, honestamente, os princípios constitucionais de igualdade e legalidade;

  12. Ser honesto na administração dos recursos financeiros;

  13.  Não mentir nunca, falar a verdade por mais dura que ela seja, de forma absolutamente honesta e sincera;

  14. Trabalhar honestamente e sempre, já que não existem soluções mágicas e almoço grátis

  15. Em suma, ser sempre honesto, por mais que esteja cercado de ladrões e falcatruas de toda a espécie.

Não posso e não quero crer que não tenhamos saída, que sejamos uma nação de desonestos.

Por isso, eu acredito!

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© 2017 por João Marcos Adede y Castro

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