João Marcos Adede y Castro

JOÃO MARCOS ADEDE Y CASTRO é graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, sendo Mestre em Integração Latino Americana, pela mesma Universidade.

 

É doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade del Museo Social Argentino, e doutorando em Direito Civil pela Universidade de Buenos Aires, ambas de Buenos Aires.  

 

Foi Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul por quase 30  anos, tendo exercido as atribuições de Promotor de Justiça Especializada de Defesa Comunitária, com atuação preponderante nas áreas de defesa do meio ambiente, interesses sociais e coletivos e improbidade administrativa. É Professor Universitário.

 

 É membro e  foi Presidente da Academia Santa-Mariense de Letras, ocupando a cadeira número 16, cujo patrono é o escritor e jurista  Darcy Azambuja. É advogado em Santa Maria, RS.

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CURITIBA - CIDADE ECOLÓGICA

17.07.2018

 

         De tempos em tempos faço pequenas viagens, de cinco ou seis dias, normalmente dentro do país ou países vizinhos.

         Por isso, minha manifestação é típica de pessoa com visão limitada do mundo, mas me animo a dizer que temos muito o que conhecer no Brasil antes de nos aventurarmos no exterior em passeios que acredito serem maravilhosos.

         Acabo de voltar de brevíssima viagem à Curitiba, que não conhecia, e venho impressionado com a limpeza e a organização da cidade, apesar das notas tristes de inúmeros mendigos dormindo ao relento naquelas noites frias.

         Dizem os guias que dos cerca de sete por cento de Mata Atlântica preservadas em todo o Brasil,  quatro por cento estão no Paraná, do que não duvido em razão do pouco que vi.

         Pude ver ainda que os prédios têm eficiente sistema de separação do lixo orgânico do lixo reciclável, que as ruas são limpas e o trânsito, mesmo que intenso, civilizado.

         Fiquei impressionado, ainda, com os inteligentes aproveitamentos de espaços naturais (mais de trinta parques públicos arborizados, limpos, iluminados e seguros), a construção de prédios culturais, como a Ópera de Arame, em espaços degradados de pedreiras, a valorização das etnias, tais como o Parque do Papa, a Igreja Croata, o Monumento Árabe, o bairro italiano de Santa Felicidade, com suas dezenas de restaurantes, etc.

         E aí, me pergunto: porque não nós?

         Santa Maria, acorda!

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© 2017 por João Marcos Adede y Castro

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