João Marcos Adede y Castro

JOÃO MARCOS ADEDE Y CASTRO é graduado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, sendo Mestre em Integração Latino Americana, pela mesma Universidade.

 

É doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade del Museo Social Argentino, e doutorando em Direito Civil pela Universidade de Buenos Aires, ambas de Buenos Aires.  

 

Foi Promotor de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul por quase 30  anos, tendo exercido as atribuições de Promotor de Justiça Especializada de Defesa Comunitária, com atuação preponderante nas áreas de defesa do meio ambiente, interesses sociais e coletivos e improbidade administrativa. É Professor Universitário.

 

 É membro e  foi Presidente da Academia Santa-Mariense de Letras, ocupando a cadeira número 16, cujo patrono é o escritor e jurista  Darcy Azambuja. É advogado em Santa Maria, RS.

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OUTUBRO ROSA

16.10.2019

Participei de extraordinário evento promovido pela Clínica Viver acerca do câncer de mama, no Theatro Treze de Maio, com presença maciça de mulheres, mas muitas delas acompanhadas de parceiros interessados e solidários.

Por evidente que o evento interessava mais às mulheres, uma vez que a possibilidade de o homem ter câncer de mama é de apenas um por cento e porque, infelizmente, somos muito relapsos em cuidados médicos.

Mas, o câncer de próstata ocupa o primeiro lugar nas ocorrências médicas, antes mesmo do câncer de mama, o que deveria alertar os homens para a necessidade de medidas efetivas de prevenção.

Ninguém tem culpa de ter câncer, mas ficou claro que o modo de vida moderno, com stress permanente, consumo de alimentos industrializados, álcool e drogas e relaxamento nas atividades físicas contribuem positivamente para o surgimento e o agravamento da doença.

Os profissionais, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e outros deram um show de informações técnicas, responderam perguntas da plateia e não deixaram perguntas sem respostas.

Não bastasse esse volume relevante de informações técnicas, tivemos ainda a oportunidade de ouvir depoimentos de mulheres que contaram de suas experiências com a doença, inclusive com a retirada de mama, as dificuldades, os maus e bons momentos e, notadamente, a vitória, a recompensa pela coragem de encarar de frente, ou como elas gostam de dizer, “de peito aberto”. Emocionante.

Como foi dito, a descoberta de medicamentos cada vez mais eficientes e com menores efeitos colaterais aumenta a perspectiva de vida e de cura, ou, pelo menos, com boa qualidade de existência.

A presença e o apoio da família, a fé e a religiosidade, a crença de que é possível vencer a doença tem um papel fundamental em aumentar a autoestima, o interesse em seguir o tratamento prescrito.

O câncer não é um estigma, mas uma doença que deve ser encarada de frente.

Não lembro de ter participado de vento tão relevante como esse. E olha que já participei de centenas, talvez milhares de eventos!

Parabéns a quem organizou e a quem participou.

A sociedade santa-mariense marcou um golaço ontem.

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© 2017 por João Marcos Adede y Castro

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